terça-feira, 27 de março de 2012

Análise do texto de Silvio Costa


Ao Ler o texto do Silvio Costa, percebi inicialmente que estava um pouco teórico e entediante, mas quando ele começou a citar as experiências observadas nas 3 escolas (estadual, municipal e particular) percebi a grande importância de suas citações.
Mesmo na diferença das três instituições, foi observado que o vídeo é a mídia mais utilizada. Penso que é pela familiaridade que todos nós temos em utilizar um aparelho de TV e DVD, na dificuldade, qualquer aluno pode auxiliar. Esse é um recurso muito utilizado no colégio em que eu atuo como diretora adjunta, embora tenha outras mídias, como aparelho de som e LIED.
Outra característica nas citações do Silvio Costa foi o aproveitamento das mídias que os alunos trazem consigo, o famoso celular, que carrega num único pacote, gravador de voz, máquina fotográfica, filmadora, rádio ou MP3, jogos, mensagens de texto e até mesmo a internet. É certo que essa ferramenta seria de muita serventia para as novas técnicas educacionais, mas os alunos não foram incentivados a fazerem o uso responsável desse equipamento e devido uso inadequado, como: ouvir música na hora da aula em alto e bom som ou através de fones de ouvido, além de não prestar atenção na aula, cria uma antipatia do professor pelo equipamento. O aluno também registra imagens, tais como brigas entre colegas, broncas ou micos dos professores e publicam no espaço midiático (You Tube). São imagens não autorizadas e que muitas vezes podem ocasionar em processos, onde a escola pode ser penalizada, pois o registro foi realizado dentro do prédio público. Nessa ótica o Governador Sérgio Cabral aprovou o PL 3486/08, do deputado Eliene Lima (PP-MA), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis nos estabelecimentos de educação básica e superior, com exceção dos casos em que forem autorizados pelo professor ou administração da escola, com vistas ao desenvolvimento de atividades pedagógicas.
O argumento para a Lei foi:

"Entre os mais citados estão o troca-troca de torpedos, os jogos, as colas e as conversas ao telefone, mas há também menção a conteúdos relacionados com pornografia e violência.” (http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/135881.html - acessado em 26/03/12)

Nada impede de se trabalhar com essas mídias, mas certamente com a presença de um profissional que incorpore essas práticas num ambiente apropriado e com a presença do professor da disciplina para dar ênfase ao seu objetivo.





quinta-feira, 15 de março de 2012

Com quem eu me pareço? Conhecendo a hereditariedade

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=37865

Através dessa Webquest bem divertida podemos tratar do tema genética nos anos finais do ensino fundamental. Tendo em vista a transmissão dos caracteres hereditários, da transmissão de determinadas doenças entre outras características.
Ao final da atividade o aluno é levado a refletir sobre várias questões  da genética e estará mais familiarizado com o conteúdo ao chegar no Ensino Médio, quando for abordado o tema Citologia na disciplina Biologia.

Classificação dos seres vivos


http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=18855
Essa é uma maneira lúdica de classificar os seres vivos, pois relaciona a outros tipos de classificações, como por exemplo: organização dos livros em uma biblioteca, dos vídeos em uma locadora e até mesmo dos produtos no supermercado. A partir dessa ótica, é possível agrupar os seres vivos por semelhanças.
Através dos jogos produzidos na sala de aula o professor pode introduzir o conteúdo e aprofundá-lo posteriormente.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Professor reutiliza garrafas pet para construir sala de aula em Planaltina


Professor reutiliza garrafas pet para construir sala de aula em Planaltina Orientados pelo professor, alunos do Centro de Ensino Fundamental nº 2 de Planaltina, envolveram-se em um projeto ecológico, arregaçaram as mangas e construíram uma sala de aula com material reciclável. 

Karyne da Silva exibe o prêmio ganho pela escola: "Achei muito legal esse projeto, mas, no começo, pensei que não fosse dar certo"

Quantos tijolos são necessários para construir uma sala de aula? No Centro de Ensino Fundamental nº 2 de Planaltina, nenhum. Com criatividade, o professor Gilvan Luis França deixou de lado os materiais de construção convencionais e ergueu a estrutura com garrafas PET que iriam para o lixo. O docente teve a ideia de preenchê-las com areia, o que barateou o custo da obra e garantiu a sustentação do espaço destinado aos alunos do ensino integral. Gilvan também usou produtos recicláveis nas janelas, feitas de bambu, e no piso da frente, construído com as pedras quebradas retiradas das calhas da escola. Na parte de cima das paredes, pedaços de papel crepom e tinta guache deram um colorido especial à sala de aula.

A ideia de construir um espaço para os alunos surgiu quando o colégio passou a oferecer o ensino integral. Os meninos e meninas não tinham um local para passar a tarde, e Gilvan teve a ideia de construir a sala com as garrafas PET. Dessa forma, poderia trabalhar a conscientização ambiental com os estudantes, uma das iniciativas da escola. “No início, pensamos em confeccionar pufes e bonecos, mas por que não fazer um projeto maior? Essa parte onde fizemos a obra estava ociosa e sem serventia para nós”, explicou o professor do CEF 2 de Planaltina.

Com o início dos trabalhos, o projeto ganhou a simpatia de toda a escola. Os 1,8 mil alunos se envolveram com a ideia e ajudaram a arrecadar o material necessário. Eles reuniram 20 mil garrafas PET, das quais 15 mil foram usadas nas paredes da sala. “Eu parava o carro no meio da rua para pegar uma garrafa. Em dois meses já tínhamos o suficiente para começar”, lembrou Gilvan. Todos queriam se envolver na construção. Era só o sinal tocar e os estudantes corriam até o pátio para encher os recipientes com areia. Ficavam horas ali, sem ver o tempo passar. “Na hora do recreio, todo mundo vinha para cá. Deixavam de brincar para encher as garrafas”, contou o professor.


Alunos de ensino médio envolvidos no Percussucata: uma orquestra de PETs

Depois dessa primeira etapa, era hora de começar a obra. Aos poucos, as garrafas e o barro davam forma à parede. Em setembro do ano passado, a sala de aula ficou pronta. Mesmo com o esforço de todos, o início do trabalho foi difícil. “Estudamos bastante na internet para saber se era viável construir a sala com as garrafas, fizemos um trabalho de pesquisa e escrevemos um projeto, mas não tivemos ajuda de profissionais”, explicou Gilvan. “Não dormi algumas noites, preocupado com a parede. Fiquei com medo de que pudessem cair a qualquer momento.” Para baratear os custos, o professor usou concreto somente nas pilastras de sustentação da sala. A cobertura ficou a cargo da direção da escola.

Prêmio
Enquanto pesquisava na internet como erguer a parede com segurança, o professor encontrou o site da Associação Brasileira da Indústria do Pet (Abipet). Gilvan inscreveu o projeto da escola no prêmio e, em novembro do ano passado, recebeu a notícia de que a ideia tinha sido aprovada na primeira fase da categoria educação ambiental. Ele foi até São Paulo para participar da festa e receber o prêmio, um troféu e um cheque de R$ 2 mil. Com o dinheiro, Gilvan pretende comprar jogos educativos e outros equipamentos para desenvolver as atividades previstas no ensino integral.

O troféu é motivo de orgulho para os alunos do colégio. A estudante da 8ª série do CEF 2 de Planaltina Karyne Xavier da Silva, 15 anos, ficou satisfeita de ter participado de todas as etapas da construção da sala da escola onde estuda. “Achei muito legal esse projeto, mas, no começo, pensei que não fosse dar certo.”

A aluna da 8ª série Roana Ywara Neres, 14 anos, também ficou receosa de que a sala não saísse do papel. “Pensei que seria uma coisa pequena, mas me surpreendi com o resultado. Depois da aula, a gente vinha para cá e ficava enchendo as garrafas”, lembrou. A jovem arrecadou o material com os parentes, vizinhos e amigos. “Mexer com o barro foi muito divertido. Desde o princípio, gostei da ideia, que é um projeto muito legal.”

Depois de a sala ficar pronta, Gilvan olha para os alunos e se orgulha do resultado. “Sempre gostei de trabalhar a conscientização ambiental, a importância da preservação com as crianças, que são o nosso futuro. Isso fará parte da vida deles para sempre”, avaliou. O professor lembrou que as garrafas PET levam de 100 a 400 anos para se decompor. “A gente pensa que todo esse material poderia estar nas ruas, mas está aqui, com uma função. Isso é muito legal”, concluiu.

Música na escola
São diversas as maneiras de reutilizar as garrafas PET. Em Brasília, o professor de ensino fundamental Marcelo Capucci desenvolve, desde 2007, um projeto que ensina estudantes da rede pública a reciclar esses utensílios. Foi assim que nasceu a Percussucata, uma orquestra da qual praticamente todos os instrumentos foram feitos a partir de garrafas PET. Três anos depois, a boa ideia rendeu um prêmio ao professor, conferido por seu trabalho de conscientização ambiental com a educação básica. E o projeto foi ampliado: Capucci se aliou à campanha contra a dengue, estimulando as pessoas a utilizarem as pets recicladas.

Fonte:



domingo, 27 de novembro de 2011

Web quest - Vertebrados

Essa webquest é destinada aos meus alunos da E. E. Maria Lobo Viana.
Os alunos serão avaliados de acordo com as tarefas cumpridas.
Meu objetivo nesse tema:
Reconhecer as características que fizeram esses serem pertencerem a esse grupo.
Identificar as diferenças de cada classe dos vertebrados.
Utilizar um meio tecnológico para se apropriar de um conhecimento.




22/11/2011:





segunda-feira, 21 de novembro de 2011


O que são vulcões?
 
Vulcão é uma estrutura geológica criada quando o magma, gases e partículas quentes (como cinzas) escapam para a superfície terrestre. São freqüentemente considerados causadores de poluição natural. Tipicamente, os vulcões apresentam formato cônico e montanhoso.
Quando um vulcão entra em erupção, dele sai um material derretido, de cor avermelhada, a lava.
De onde aparece a lava?
A lava vem do magma, que por sua vez vem daquela camada da Terra chamada manto, que é a parte muito quente e pastosa do interior da Terra. No manto as temperaturas encontram-se em altíssimas temperaturas, imagine que o magma atinge 1500º C!
A diferença entre o magma e a lava é que o magma está aprisionado o interior da Terra, sob uma grande pressão. Quando o magma atinge a superfície, os gases escapam para a atmosfera. Podemos dizer que a lava é o magma sem os gases e sob pressão atmosférica.
Existem duas maneiras do magma chegar à superfície:
A primeira é a presença de água e a segunda é aliviando-se a pressão.
Há mais de quatro bilhões de anos, no início da formação da Terra, havia muito mais vulcões do que hoje em dia. Na época não havia vida no planeta, nem mares, nem rios e muito menos terra firme. A superfície da Terra era coberta por vulcões que expeliam lavas. Os gases que escaparam formaram a atmosfera (o ar que respiramos) e a hidrosfera (rios, lagos e mares).
A lava foi se resfriando e deu origem às placas que atualmente conhecemos, as rochas magmáticas, tem as extrusivas, na superfície (dando origem ao basalto-que serve para fazer calçamento de rua) e tem as intrusivas, a alguns quilômetros de profundidade (originando os granitos, utilizado para fazer pias).